Procure aqui a sua receita

Pesquisar

Formulário de pesquisa

Partilhe a sua receita! Saiba como aqui

Receba a Newsletter!

Votação

Tem Bimby?

Top chefs

292 Pontos
227 Pontos
85 Pontos
53 Pontos

Pergunte aos Chefs!

Tem alguma dúvida e gostaria de saber a resposta de um Chef d’ “As minhas receitas”, deixe aqui a sua pergunta!

Está aqui

 

7 molhos que combinam bem em qualquer comida

Os molhos estão presentes na nossa alimentação desde tempos imemoráveis. Existem molhos que todos conhecemos e que enriquecem qualquer receita. Neste artigo vamos dar a conhecer 7 molhos que combinam bem com todas as comidas. São eles:

1. Molho Branco

O molho branco é um dos molhos básicos da culinária e um dos mais utilizados devido à enorme diversidade de formas de preparação, ingredientes empregues e acompanhamentos a que se destina.

O segredo para confecionar um molho branco sem grumos é peneirar a farinha antes de a juntar ao leite, e não parar de mexer a mistura com uma colher enquanto está ao lume para engrossar. A consistência do molho deve ser regulada pelo tempo em que fica ao lume. Uma cozedura mais rápida dará um molho mais liquido, uma cozedura mais prolongada resultará num molho mais espesso. O molho branco é um excelente acompanhamento para vegetais cozidos, peixes, carnes e gratinados.

2. Molho Tártaro

Feito à base de maionese, o molho tártaro é usado nas melhores entradas e serve de acompanhamento ideal para carnes frias, peixes fritos, filetes de peixe, hambúrgueres ou grelhados diversos.

  • À maionese inicial o molho tártaro junta outros ingredientes que variam conforme a receita de cada região.
  • No Reino Unido são adicionados ao molho tártaro alcaparras, maxixes, estragão e sumo de limão.
  • Nos Estados Unidos o molho tártaro pode incluir salsa, cebolinha, alcaparras, pickles e pimento verde doce. Rodelas de ovo cozido, azeitonas ou mostarda Dijon são também acrescentadas com alguma frequência ao molho tártaro

Quantos mais pickles entrarem no molho tártaro mais saboroso o molho ficará, e quanto mais consistente for a maionese melhor, uma vez que ela se tornará mais liquida aquando da inclusão dos pickles.

3. Molho Bechamel

Tal como no molho branco, também no bechamel é mais comum utilizar-se a farinha de trigo, no entanto esta pode também ser substituída sem problema por amido de milho, ou outra farinha à escolha. A gordura empregue pode ser manteiga, margarina ou azeite. Há quem recorra à banha de porco, mas o preparado assim obtido não se torna tão saboroso.

O aspeto final do molho bechamel deve ser cremoso e com cor de marfim e o sabor não deve ser revelador da presença de farinha crua. Os temperos (geralmente sal, pimenta e noz moscada) são adicionados já depois de o molho estar confecionado e devem ser intensificados de acordo com os alimentos aos quais o bechamel se vai destinar.

Normalmente este molho destina-se a acompanhar variados pratos de carne e peixe, mas também pode servir como base para a preparação de outros molhos mais elaborados, sopas, recheios, cremes e soufflés.

4. Molho Inglês

O molho inglês também conhecido como molho Worcester, ou molho Worcestershire resulta da influência da gastronomia indiana na culinária inglesa. É considerado um intensificador e realçador de sabor e é utilizado para temperar quase todo o tipo de alimentos. Poucas gotas de molho inglês, adicionadas na panela ou na fase de marinada são suficientes para enriquecer qualquer cozinhado.

Pode ser usado para preparar refeições frias e pode também ser ministrado aos alimentos já depois de cozinhados, na quantidade que se desejar.

Carnes várias, hambúrgueres, peixes, frutos do mar, assados diversos, ensopados, saladas, sopas e vegetais são alguns dos alimentos aos quais se pode juntar o molho inglês. Serve também para temperar a famosa bebida “Bloody Mary”, feita com sumo de tomate e enriquecida com o sabor característico do molho inglês.

Produzido a partir de anchovas fermentadas em vinagre às quais se adiciona tamarindo, alho, cebola, cravo e outros temperos mais ou menos secretos, o molho inglês é envelhecido em barris de madeira durante 18 meses, sendo-lhe depois adicionado melaço (responsável pela sua cor escura). O molho inglês feito segundo a sua fórmula original é bastante saudável e está isento de glúten, conservantes e outros aditivos prejudiciais à saúde humana, no entanto o molho inglês de fabrico industrial nem sempre corresponde aos requisitos que lhe deram fama.

Sendo praticamente impossível reproduzir a receita do molho inglês em moldes caseiros, é necessária cautela na escolha do molho industrial que se for comprar. Preços muito reduzidos correspondem a molhos que pouco ou nada têm a ver com o original na constituição, paladar ou aroma, sendo engordativos e pouco saudáveis.

5. Molho de Soja

Vindo do Japão, o molho de soja, ou molho shoyu (em japonês) está amplamente divulgado e há muito que ultrapassou as fronteiras do país que lhe deu origem.

  • Para além do acompanhamento clássico de sushis é também utilizado na preparação de carnes, legumes e para temperar saladas diversas.
  • Também é levado à mesa para ser adicionado à vontade em vários tipos de cozinhados ocidentais.

Obtido tradicionalmente a partir de uma mistura de soja e cereais torrados (essencialmente trigo), frutos, algas, água e sal marinho fermentados com microrganismos, o molho de soja dos nossos dias é quase sempre o resultado de processos químicos que permitem a sua rápida comercialização.

Utilizado como substituto do sal comum, acrescenta aroma e reforça a coloração de diversos alimentos conferindo um interessante sabor entre o salgado, o azedo e o adocicado a qualquer prato aonde seja adicionado.

O molho de soja é um condimento tradicional na Coreia, na Tailândia, Indonésia, Malásia, Filipinas, Singapura, Japão e tem vindo a ser adotado um pouco por todo o mudo à medida que a culinária japonesa conquista fama e apreciadores.

  • Existem vários tipos de molho de soja japoneses: o koikuchi (o mais comum), usukushi, tamari, saishikomi e shiro shoyu.
  • Também é possível encontrarem-se molhos de soja chineses, sendo os mais frequentes o shēngchõu e o lão chõu.

É de salientar que o molho de soja (de origem japonesa ou chinesa) deve ser consumido com moderação uma vez que não possui os constituintes benéficos (isoflanovas) comuns entre as bebidas feitas à base de soja. O molho de soja é bastante calórico (53 calorias por 100 ml) e contém, um nível muito elevado de sódio, pelo que se torna desaconselhado para dietas de emagrecimento, ou para pessoas com problemas de tensão alta.

6. Molho Escabeche

Embora seja essencialmente utilizado para revitalizar peixe previamente frito, o molho escabeche não esgota nessa a sua utilidade. Originário da culinária mediterrânea, o molho escabeche foi desde tempos antigos empregue pelos pescadores e populações do litoral que viam nele uma forma saudável e saborosa de prolongar a vida do peixe devido ao efeito conservante do vinagre, seu principal constituinte.

Servido tradicionalmente como acompanhamento de aperitivos à base de peixe frito (sardinhas ou carapaus), o molho escabeche é também empregue em pratos de carne, ou ainda utilizado como molho enriquecedor para saladas. Deve sempre ser aplicado depois de já se encontrar frio e existem várias formas de confecionar este molho.

Outras adaptações à forma tradicional de confecionar o molho de escabeche podem ser encontradas no Brasil, aonde este molho chegou levado nas caravelas por altura dos descobrimentos com a finalidade de prolongar a vida útil dos alimentos como peixe, carnes e aves.

7. Molho de Tomate

O molho de tomate é um dos molhos que acompanha as melhores receitas de assinatura dos melhores chefs do mundo. Serve para acompanhar pratos de carne guisada, peixe de caldeirada, massas, lasanhas, etc. Normalmente está associado ao prato e não é servido como condimento à parte.

Antigamente feito em casa, o molho de tomate era uma das receitas mais básicas da cozinha de qualquer iniciante. Hoje em dia existe uma grande quantidade e diversidade de molhos de tomate já feitos e que permitem economia de tempo na preparação do molho.

Existem muitos outros molhos que combinam bem com qualquer prato, mas estes são, porventura, os mais famosos e também os mais simples e despretensiosos molhos da culinária. A partir de cada molho é possível fazerem-se novos e diferentes molhos, onde a imaginação e a criatividade do cozinheiro são os verdadeiros limites.

Classifique este artigo: